Rogue One: Uma História de Star Wars – Uma carta de amor à Star Wars!

Rogue One: Uma História de Star Wars, conta a história de um grupo de rebeldes que rouba os planos para a destruição da mais nova arma criada pelo Império, a Estrela da Morte. Sim! Você já ouviu essa história em algum lugar. Essa história se passa antes dos eventos de Uma Nova Esperança, explicando com a Princesa Leia conseguiu os planos sobre a arma. A Sociedade do HQ já viu o filme, e faremos um review sobre o que achamos desse mais novo conto. Não se preocupe, este review está livre de Spoilers!

O filme traz um clima mais tenso comparada aos outros filmes canônicos da franquia. O único filme que mais se assemelha à vibe de Rogue One, é A Vingança dos Sith, já que carrega um drama presente nos personagens. A diferença é que os personagens de Rogue One já estão vivendo os ares das Guerras nas Estrelas. O filme tenta focar bastante nos personagens pequenos atrelados na história de Star Wars. Nós sempre ficamos familiarizados com a princesa destemida, com o piloto cafajeste ou com o herói corajoso que sempre estiveram destinados a salvar a galáxia. Mas nesse filme, os rebeldes são os principais focos. Nós iremos ver o papel de um piloto que se arrepende de seus atos, de um rebelde que não aguenta mais ver o poder do império, nós iremos ver o senhor que tem esperança de viver num lugar melhor. Todos querem se ver livres do Império, e todos lutam para se ver livres!

Os três atos do filme entregam bem o que o espectador quer ver. O primeiro ato faz a apresentação dos personagens e não enrolam em querer apresentar de forma muito explicada. Você entende quem é o rebelde, você entende quem é do Império e você entende o porque de seguir cada um de seus caminhos. O segundo ato já traz um tom bem mais dramático na jornada dos rebeldes. Os protagonistas rebeldes estão se conhecendo com mais profundidade, e já estão sabendo suas motivações, fraquezas e arrependimentos, assim como nós espectadores, que também já estamos criando um laço emocional. O terceiro ato náo irei me aprofundar muito (Já que é sem spoilers :P), mas devo dizer que faz jus ao título de Star Wars! O que você gostou na trilogia clássica, estará presente nesse filme, do início ao fim! Desde referencias, até cameos famosos.

Felicity Jones (Jyn Erso) traz bastante pesar pro seu personagem, percebe que ela sofreu muitos anos que se passaram, mas consegue substituir essa revolta pela força e esperança no momento do roubo dos planos da Estrela da Morte, nutrindo uma esperança na personagem. Diego Luna (Cassian Aardor) já mostra um pouco de mistério de suas ações do passado do personagem. Você sabe que ele é um rebelde mas também se sabe o que ele já fez para lutar pela sua causa, o que torna muito questionável, porém ele tenta encontrar a sua redenção. Donnie Yen (Chirrut Imwe) traz bastante sabedoria e diversas cenas de luta que qualquer um se delicia de ver. Jiang Wen (Baze Malbus) traz uma parecia com personagem Chirrut, que parece ser apenas um escada, mas em algumas cenas traz um domínio nas cenas de ação e algumas cargas dramáticas também. Riz Amhed (Bohdi Rook) traz um personagem que começa amendrotado por tentar fugir dessa Guerra Civil e, no decorrer do filme, encontra seu papel no time e luta para garantir seus objetivos. Alan Tudyk (K-2SO) funciona como alívio cômico e traz uma nova personalidade para um novo personagem robô, sendo até completamente o oposto do C-3PO.

Não tem um vilão propriamente dito no filme. O Império é o principal antagonista, trazendo aquela nostalgia da trilogia clássica. O personagem de Ben Mendelshon, Almirante Orson Krennick, é o que mais se aproxima de um vilão para os protagonistas, apesar de certos momentos não ter uma voz firme entre os chefões do Império. Darth Vader tem cenas de poucos minutos do filme, mas vai valer totalmente seu ingresso! Um cameo muito bem respeitado (aprenda Warner e Coringa de Jared Leto!).

Talvez Rogue One seja muito complicado para um público que não conhece Star Wars, mas como história, consegue cumprir seus objetivos e conduz atos bem formados como um filme tem que ser, além de responder muitas questões, assim como a principal delas: Por quê a Estrela da Morte, uma gigante arma que destrói planetas, tem um buraco desnecessário, que simplesmente pode destruir a mesma? Finalmente podemos dormir tranquilo com essa questão!

Mas, o mais importante para nós fãs, é o sentimento de assistir Star Wars em uma tela de cinema. Se já ficamos eufóricos com O Despertar da Força, Rogue One nos empolga muito mais, com seu ar da trilogia clássic, seus efeitos especiais, que a maior parte deles foram práticos e seu respeito a saga iniciada em 1977, chegando até nos transportar aquela época, como se estivéssemos vendo Star Wars pela primeira vez. Aposto que os que viram Rogue One, foram direto ver Uma Nova Esperança. Precisamos ver que todo esforço deles valeu a pena. Mas, principalmente, Rogue One, nos fez amar ainda mais essa história das Guerras nas Estrelas. Sem dúvida nenhuma, é uma carta de amor à Star Wars!

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